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  • Camarada C.

A fake news dos 'campos de concentração para muçulmanos' na China



A China vem sendo acusada por notícias manipuladas da imprensa ocidental a respeito de um conflito separatista na província de Xinjiang. A mídia ocidental fala barbaridades exageradas e violações de Direitos Humanos, como supostos campos de "concentração" de cuja existência são incapazes de documentar.


Este é o primeiro "vídeo" que divulgado como prova dos supostos campos de concentração chineses. Um vídeo que poderia perfeitamente ser de uma escola pública chinesa: https://twitter.com/_ju1_/status/1052632604204253184


A propósito, o primeiro meio de comunicação a denunciar isso foi o Washington Post, e a primeira ONG – a mais pró-ianque e a mais manipuladora – Human Rights Watch. Adivinha qual foi a primeira a difundi-lo? Uma ONG anticomunista com financiamento do Partido Republicano dos EUA.



Os EUA sempre incentivaram e buscaram uma rebelião em algumas das regiões mais problemáticas da China. Seu sonho molhado: estrangular o gigante asiático montando um Maidan em algumas de suas áreas periféricas.


A única foto nos "campos chineses" é uma foto divulgada por este lacaio da Human Rights Watch nos EUA (sim, aquele que reclamou das prisões do ISIS na Síria), que pode perfeitamente ser uma prisão chinesa e onde ninguém sabe onde foi tirada.



A China tomou medidas de segurança em face da chegada de combatentes jihadistas no noroeste do país. Como a China sempre fez desde 1949, a política de hostilidade aberta às religiões (seja católica, muçulmana ou protestante) quando tentam interferir na vida pública.


O Estado chinês é abertamente a-confessional e religioso, praticada por 98% da população em 1949, só é praticada por 15% na China atualmente. É o país do mundo com a menor porcentagem de pessoas que são bajuladas pelas religiões, o que é fruto da Revolução Cultural China.


É claro que não poderia faltar a Radio Free Asia, a estação de rádio de propaganda pró-capitalista, pró-capitalista e anti-China, similar à Rádio Liberdade. Um dos meios que tem se destacado na denúncia contra do "gulag" da China dos quais não há provas. A Rádio Liberdade, para quem não conhece a história, foi aquela emissora que transmitiu propaganda falando sobre a “liberdade” e “democracia” da ditadura de Franco até os países socialistas, que inventaram depoimentos, usaram atores como se fossem dissidentes, etc.



E a Human Rights Watch, neste momento: uma ONG nascida para "monitorar" os Direitos Humanos em países socialistas. Enquanto os EUA apoiavam ditaduras militares como a espanhola, Helsinki Watch emitia seus relatórios a partir de lá, conectado com o governo americano. Desde que o muro caiu, o trabalho da HRW tem sido "denunciar" violações de direitos humanos nos países que criticam ou são hostis aos Estados Unidos, tendo membros que foram conselheiros de guerra dos EUA. Chamá-la de ONG é engraçado, a propósito. Seus relatórios são divulgados pela mídia.


A HRW faz alguns relatórios de países aliados dos EUA para disfarçar. Ainda estamos esperando desde 2011 pela HRW para nos mostrar a evidência de que Gadaffi bombardeou manifestantes em um relatório que divulgou sem provas e que motivou a invasão da OTAN na Líbia, transformada em um terreno baldio.


Então, observando QUEM denuncia, vendo o QUE denuncia, vendo as PROVAS que eles apresentam, vendo a rivalidade comercial EUA-China e vendo o papel de aliado do islamismo extremista com os EUA desde os anos 60, não se deve acreditar em nada que nos é contado. Em nada.


Tampouco seria impensável que os "testemunhos" de dissidentes da China exilados na Turquia e no Paquistão fossem testemunhos de chineses fugindo do sistema judiciário por causa de sua presença em grupos islâmicos, algo que a China está perseguindo mais duramente desde a detecção das células ISIS.


O que está se passando é que os jihadistas na China estão sendo considerados "cidadãos reprimidos pelo regime chinês". Como digo, tendo tantos interesses econômicos e políticos envolvidos e estando por trás da HRW, é algo fede muito.


Segundo a agência Sputnik, o que a mídia ocidental vende como "a China reconheceu que há campos de concentração" é falso. Ela disse que implementou medidas para lutar contra o ISIS e o jihadismo, presentes em Xinjiang. A outra versão: https://mundo.sputniknews.com/america_del_norte/201810131082701861-china-y-eeuu-se-enfrentan-por-uigures/


Por @AlOtroLadoDelMuro

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