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Conclamamos a unificação entre Caminhoneiros e Petroleiros: Por uma Greve unificada e Soberania

Atualizado: Ago 8

(Movimento Nova Pátria. 27 de maio de 2018)

Ao que parece, apesar do indicativo de repressão por parte do Governo Federal contra a greve dos caminhoneiros, provavelmente teremos também uma greve de petroleiros.


Aproveitando o cenário politicamente favorável devido a paralisação nas estradas, os petroleiros devem emplacar uma greve com pautas semelhantes aos dos caminhoneiros: redução dos custos dos combustíveis para o povo brasileiro.


A diferença, é que agora estaremos lidando com uma categoria com um aparato sindical mais organizado e unificado (a FUP), enquanto os caminhoneiros estavam puxando as mobilizações de forma solta e espontânea com zilhões de entidades e associações (algumas até patronais) querendo sequestrar o movimento para pautas empresariais e, apesar também, da parca inexperiência da categoria em mobilizações do gênero.


Além disso, os petroleiros possuem uma compreensão mais concreta e cirúrgica dos fatores que causaram o aumento do preço do combustível (submissão ao Mercado Internacional e cotação do dólar), enquanto os caminhoneiros ainda não possuem este mesmo nível de compreensão do problema. Isso, obviamente, se deve ao fato dos petroleiros conhecerem os meandros da Petrobrás por dentro.

O ideal, obviamente, é uma unificação entre as duas categorias.


Os petroleiros param a produção desta matriz energética, e causam um impacto grandioso na produção de combustíveis; ao mesmo tempo que os caminhoneiros continuam as paralisações e, também, continuam a causar o impacto grandioso que já vem causado na circulação dos próprios combustíveis, de mercadorias e, indiretamente, em todos os outros ramos produtivos e laborais.


Unifica-se também a grande força de uma categoria que se pôs a paralisar as estradas devido a, praticamente, não terem nada à perder, com uma categoria politicamente avançada, bem organizada e que tem plena ciência das mazelas que assolam a Petrobrás por dentro.


Atualmente, o diálogo entre essas duas categorias tem sido realizadas de forma espontânea e ainda esporádica em alguns pontos isolados de paralisação. A FUP tem mandado representantes em alguns pontos das estradas, onde estão trocando informações e experiências. Mas se faz urgente que esse diálogo avance.


É essencial que estes diálogos informais e espontâneos entre as duas categorias se elevem e se transformem em diálogos formais e organizados.


Isto é necessário para que as duas categorias de trabalhadores se unifiquem e para que possamos afastar a influência de associações patronais e grupos reacionários que desejam sequestrar o movimento dos caminhoneiros por pautas puramente empresariais (isenções e subsídios que não favorecem os empregados, mas apenas à empresa) ou pautas reacionárias e esquizofrênicas (como a “intervenção militar”).


A colaboração entre essas duas categorias de trabalhadores pode dotar os caminhoneiros com aprendizados sobre organização e sobre realidade brasileira que elevaria o potencial e a capacidade política de sua própria greve, assim como dotar os petroleiros de uma oportunidade única de pressionar os verdadeiros inimigos do Brasil que se introjetaram dentro de nossa gigante estatal.


Por isso, o movimento Nova Pátria conclama a unificação das duas categorias em uma greve única contra os traidores da nação, que querem abocanhar as nossas riquezas nacionais.

Que venha a unificação entre Petroleiros e Caminhoneiros!


Que venha uma Greve Geral e unificada por todo o Brasil, mostrando à nossa elite antinacional quem são os verdadeiros donos do país: o povo brasileiro!


Que venha uma Nova Pátria!

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