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Contra o desmonte do Setor Público!

Atualizado: Ago 8

(Movimento Nova Pátria. 19 de abril de 2018)

Devido à crise estrutural do capitalismo global, os grandes monopolistas e os imperialistas buscaram uma solução para a manutenção de seu sistema. Enfrentando uma taxa de lucros em declínio e em franco desespero, decidiram por atacar os povos do mundo intervindo em sua autodeterminação e exigindo uma ordenação neoliberal das economias de todas as nações. Respondendo às ordens de seus superiores, o Governo Federal impôs o que chamou de “ajuste fiscal”.


Logo o processo de privatização se tornou peça-chave para o complô do desmonte do setor público. Por meio desse tipo de política de austeridade, as empresas construídas com recursos públicos são entregues à iniciativa privada – geralmente a baixo custo, beneficiando financiadores de campanhas eleitorais – sob o discurso da “eficiência” e “geração de receitas”.


Trata-se de puro estelionato, grande parte das empresas atacadas pela fúria privatista são na verdade superavitárias, geradoras de receitas. No entanto, essas medidas têm avançado em nossa país e em toda América Latina, porque são, principalmente, do interesse norte-americano.


Reafirma-se o ciclo de dominação hegemônica em nossa continente e nossa dependência se aprofunda espantosamente. Não obstante, analisando os resultados dos processos de privatizações dos anos 1990 é impossível dissociar as privatizações do “sucateamento” dos serviços, da precarização das condições de trabalho e do aumento das tarifas muito acima dos índices inflacionários.


Por isso, a luta contra as privatizações e, sobretudo, contra a desnacionalização de nosso setor energético se constitui como uma luta de todas as trabalhadoras e trabalhadores que antepõe o bem-estar brasileiro aos interesses escusos de países imperialistas. Portanto, a defesa das categorias afetadas é fundamental e se encaminha contra as perdas salariais, contra a precarização das condições de trabalho, contra os planos de demissão e também pelo direito constitucional à representação dos trabalhadores na diretoria das estatais, evitando assim o prejuízo dos servidores públicos pela direção.


O Movimento Nova Pátria entende, devido aos recentes acontecimentos políticos, que os ataques à classe trabalhadora e seus representantes têm se intensificado. Ressaltamos que o momento político é de uma onda de criminalização e desarticulação dos movimentos populares, por intermédio da violência explícita ou velada. Os grandes empresários, latifundiários e toda a camarilha de políticos oligarcas subalterna à elite antinacional conspiram para ceder nossas riquezas e recursos estratégicos de nossa economia às potências estrangeiras, que nada tem a nos oferecer exceto nossa eterna posição de submissão.


Devemos compreender o modo pelo qual se sabotam economicamente as nações latino-americanas como a Venezuela, o Chile e o Peru pela posse de seus recursos, respectivamente, petróleo, cobre e lítio para que possamos reagir energicamente a tais ofensivas. Ademais, tomemos o recente ataque estadunidense à Síria como atestado de a que ponto a barbárie imperialista pode chegar para satisfazer sua ganância. Por fim, o Movimento Nova Pátria reafirma seu compromisso com os trabalhadores brasileiros na defesa de seus interesses e se coloca a disposição dos trabalhadores e trabalhadoras da ADEFERS para somar forças luta contra às privatizações de forma combativa e intransigente.


Célula do Rio Grande do Sul do Movimento Nova Pátria

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