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Dólar sobe a R$ 3,83 e volta a patamar anterior à eleição

Moeda norte-americana avançou 1,99%, a R$ 3,8313 na venda.

Dólar: moeda oscilou com influência da piora externa com o tombo dos preços do petróleo (Sertac Kayar/Reuters)

O dólar terminou a terça-feira, 13, no maior patamar em mais de um mês ante o real, sob influência da piora externa com o tombo dos preços do petróleo e ainda com os investidores atentos ao noticiário doméstico, após indicações do presidente eleito Jair Bolsonaro sobre inviabilidade de votação da reforma da Previdência neste ano.


O dólar avançou 1,99 por cento, a 3,8313 reais na venda, maior patamar desde 5 de outubro, último pregão antes do primeiro turno das eleições, quando terminou em 3,8570 reais. Na mínima, marcou 3,7542 reais e, na máxima, 3,8323 reais. O dólar futuro tinha alta de 1,21 por cento.


“Petróleo, exterior e feriado”, resumiu o operador da Advanced Corretora Alessandro Faganello para justificar a alta do dólar ante o real nesta sessão. Profissionais comentaram ainda que um fluxo pontual de saída de recursos ajudou a pressionar o dólar, bem como a liquidez mais enxuta por causa de dois feriados, na quinta-feira e na próxima terça-feira.


Os preços do petróleo tombaram nesta sessão, com queda de mais de 6 por cento, devido a preocupações sobre o enfraquecimento da demanda global, excesso de oferta e vendas em outras classes de ativos, incluindo ações.


O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pressionou na segunda-feira a Organização dos Países Exportadores de Petróleo a não cortar a oferta para sustentar o mercado. Isso veio depois dos relatos de que a Arábia Saudita estava considerando um corte de produção na reunião da Opep em dezembro, com o aumento do alarme de que a oferta começou a superar o consumo. O forte recuo do preço do petróleo acabou pressionando para baixo outras commodities e moedas de países emergentes, entre elas o real.


Por Claudia Violante, da Reuters

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