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Os nacionalistas devem combater a corrupção política e econômica em todas as suas facetas!

Atualizado: Ago 8

(Movimento Nova Pátria. 23 de novembro de 2017).

Na atual situação política e econômica em que vive o Brasil, com as sucessivas manchetes dos grandes jornais e canais televisivos nos bombardeando com “notícias quentes” todas sobre “o mais recente caso de corrupção”, se faz necessário debater o assunto com seriedade e de forma consequente.


Precisamos entender o que é “corrupção”, a sua definição material, de como ela se dá na prática da política; e assim poderemos entender as categorias de corrupção e seus tipos mais nocivos e nefastos para a nação brasileira.


Precisamos também entender o que causa a corrupção e, a partir daí, traçar um programa consequente de combate à este problema, contando com a participação ativa do povo brasileiro buscando atacar a corrupção em suas raízes.


Por largos anos enquanto o PT geriu o Governo Federal, os governistas – em sua maioria – negligenciavam ou subestimavam o debate sobre o assunto da corrupção.


Do outro lado, os raivosos anti-petistas, que foram as ruas com camisas da seleção brasileira de futebol achando que eram os maiores “patriotas” do Brasil, apenas fingem que se importam com a corrupção; prova tal, que após a retirada do PT do Governo Federal com a manobra parlamentar do impeachtment, nunca mais vimos essas pessoas batendo panela ou indo as ruas para se colocar contra Temer e Aécio (caso de corrupção com provas muito mais explícitas até do que qualquer caso de corrupção envolvendo algum político do PT).


E essa foi a dicotomia que se pintou sobre o debate da corrupção: os que subestimam o problema, e os que fingem combater o problema.


Nós, autênticos nacionalistas que integram o movimento Nova Pátria (NP), buscamos fugir dessa falsa dicotomia.


Nós não subestimamos o problema da corrupção e – ao contrário daqueles que apenas se fingem de patriotas – realmente nos importamos na resolução desse problema.


1) O que é a corrupção?, 2) Quais os tipos mais nefastos de corrupção, 3) Qual a raiz do da corrupção? 4) A Política Federal, a Justiça, promotores, etc., se preocupam em combater a corrupção?


Só respondendo estas perguntas poderemos traçar um plano eficiente de combate.

A política precisa ser um espaço de respeito à coisa pública, de respeito ao povo brasileiro e, mais do que qualquer outra coisa, precisa ser um espaço em que os interesses mesquinhos do homem egoísta (isso é, os interesses privados) não se sobressaiam sobre os interesses da coletividade e do homem político (isso é, dos interesses públicos).


1 – “O que é corrupção?”


A corrupção, entendida enquanto a adulteração ou deterioração de algo do seu sentido original ou esperado, é uma categoria que abrange vários problemas.


Em nosso caso, estamos falando da adulteração e deterioração de algo no sentido público, político e também no sentido econômico (uma vez que o grande poder econômico é quem mais corrompe o poder político).


2 – “Quais os tipos mais nefastos de corrupção?”


A corrupção econômica, aquela responsável por causar a corrupção publicar, e a própria corrupção pública, são os dois tipos mais nefastos de corrupção.


Elas movimentam grandes quantidades de propinas por parte de banqueiros, de grandes monopólios, de multinacionais, realizam lobbys com parlamentares. A corrupção econômica é uma das responsáveis por dobrar os joelhos da política nacional de vários países do terceiro mundo para os interesses os oligopólios internacionais e das oligarquias “nacionais”.


Ela é quem, de forma ativa e consciente, corrompe o poder público para seus interesses privados e egoístas. Fraudam licitações, sucateiam serviços públicos como Educação e Saúde (pois são concorrentes das escolas e planos de saúde ‘particulares’), estagnam empresas estatais, privatizam os bens públicos, etc.


É esta corrupção econômica, e a corrupção pública, movida pela engrenagem da agiotagem econômica, as maiores responsáveis pelo atual estado de crise da nação brasileira.


3 – “Qual a raiz da corrupção?”


Ao contrário do que se concebe, a corrupção não faz parte da “natureza humana”. Ela é um problema histórico-social, e não de “natureza biológica”.


Sua presença e existência, o grau e nível, etc., dependem em geral, de fatores de ordem social, econômica e histórica, e não de elementos “biologicamente determinantes”. Quem dissemina essa ideia é um completo ignorante ou um mal intencionado consciente.


Qual a raiz então da corrupção pública? Como dissemos antes, o interesse egoísta particular, o interesse egoísta privado.


Na macro política mundial e na política nacional (nos referimos a política a nível federal e não aos crimes de pequenas câmaras de vereadores), a corrupção política nasce fundamentalmente da corrupção econômica.


Desde o financiamento de campanha eleitoral, onde os grandes empresários, bancos, rentistas, etc., financiam os políticos com chances de se elegerem, para garantir que, seja lá qual político esteja eleito, “quem pague a conta, manda na casa”. Os políticos servem aos interesses de uma elite vendida, porque eles próprios são cachorros domados e bem-pagos desta elite que a tudo compra e a tudo corrompe.


Foi assim que eles garantiram o sucateamento dos serviços públicos e das empresas estatais com a PEC 55, que paralisará o Brasil por 20 anos. É assim que eles se mantém como parasitas sugando metade do erário público brasileiro todos os anos de forma “legal” por meio da Dívida Pública.


4 – “A Política Federal, a Justiça, promotores, etc., se preocupam em combater a corrupção?”


Como sabemos, temos muitas notícias de operações da Polícia Federal, como a Lava Jato, envolvendo grande número de “agentes da lei” dando a impressão de que essas instituições estão verdadeiramente combatendo a corrupção no país, isso é, que eles estão “nos salvando”.


Mitificam agentes federais, juízes (como Sérgio Moro), e acreditam que eles estão simplesmente “fazendo o seu trabalho”, “acabando de uma vez por todas com a corrupção no Brasil”.


Por tolice ou ingenuidade, quem crer nisso está completamente equivocado. Embora tenham caído alguns corruptos por meio dessas operações, mais prejudicado ainda com a operação foi o próprio Brasil: não bastasse condenar Marcelo Odebrecht (de fato, um corrupto), a operação paralisa todas as obras causando um número recorde de demissões no ramo da construção civil, além de paralisar obras de infraestrutura que podem ter alguma importância econômica para o país.


Em nenhum momento a Operação Lava Jato prendeu Michel Temer e Aécio Neves, não só recorrentemente citado em delações, mas que possuem provas concretas sobre eles (gravações, inclusive falando em assassinar testemunhas).


Assim, fica evidente que o objetivo dessas instituições não é o sincero combate as práticas corruptas.


É preciso, portanto, acabar com este “culto” ao combate à corrupção feito pela mídia e órgãos judicários que, na verdade, são apenas meios que o imperialismo tem de descarar figuras políticas que já não lhes servem.


A ideia de que essas operações e organismos da lei estão fazendo a “justiça valer para todos”, é uma completa ilusão. Para tanto, precisamos efetivar meios reais de combatê-la. E aí nos vem a próxima indagação.


5 - “Que realmente fazer contra a corrupção?”


Uma vez que a corrupção política possui raízes econômicas no atual estado de coisas em que vive a sociedade brasileira, não podemos mudar a política na própria política, mas sim na sociedade e na economia.


A dependência econômica ao imperialismo proporciona a paralisação dos serviços públicos e do nosso desenvolvimento (na educação e ciência) por meio da PEC 55. Logo, devemos acabar com nossa dependência ao imperialismo.


Igualmente a dependência financeira, a realização de empréstimos a fundos internacionais e bancos, com juros maiores que os de criminosos agiotas, proporciona que metade do nosso erário público seja escoado para os bolsos do rentismo. Logo, devemos acabar com a dívida pública, maior fonte do escoamento de nossos cofres públicos (muito maior até do que os simples “roubos” de verba dos ‘políticos ladrões’).


É o grande poder econômico, sobretudo entre oligarcas e empresários associados ao imperialismo, que geram casos de compra de políticos – como recentemente ocorreu com a JBS Friboi e a Odebrecht – e, portanto, é acabando com essa elite “brasileira” antinacional e antipovo, que acabamos com a maioria dos casos de corrupção.


Quando a esquerda subestima a questão da corrupção política, problema veementemente repudiado pela população brasileira, acaba dando terreno para uma direta que finge se importar com a corrupção. Isto, a propósito, é o que tem acontecido no Brasil.


Abaixo a PEC 55!

Abaixo a Dívida Pública!

Abaixo a corrupção econômica e política em todas as suas facetas!

PELA LIBERTAÇÃO DE NOSSA PÁTRIA!

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