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Reforço militar da Rússia, China e Irã à Venezuela gera tensão na América Latina

O Kremlin confirmou que o país fornecerá “um firme apoio militar e armado” em exercícios de defesa integral da Venezuela sob a ameaça que representa a OTAN na Colômbia.

Militar venezuelano testa armamento a ser utilizado nas próximas manobras militares

Redação e agências internacionais – de Caracas, Moscou, Pequim, Washington e Teerã


O anúncio de um reforço nas tropas do exército bolivariano da Venezuela, por um porta-voz do Ministério da Defesa da Rússia, neste domingo, repercutiu na Casa Branca, onde o presidente norte-americano Donald Trump articula um plano para invasão do país sul-americano. Não houve, porém, um pronunciamento formal por parte do governo norte-americano.


Defesa


O Kremlin confirmou que o país fornecerá “um firme apoio militar e armado” em exercícios de defesa integral da Venezuela sob a ameaça que representa a OTAN na Colômbia. A China, anteriormente, já havia hipotecado total solidariedade ao governo de Nicolás Maduro, da mesma forma que o governo iraniano.


Simultaneamente, o ministro da Defesa venezuelano assegurou que o país está totalmente pronto para contra-atacar qualquer agressão armada ou não para proteger seus interesses e segurança nacional.


— Estamos prontos para enfrentar qualquer agressão no campo da luta armada e desarmada para salvaguardar os interesses que estão consagrados na Constituição e tem legislação suficiente e base jurídica para construir o nosso próprio modelo de defesa global do país — disse Vladimir Padrino López.


Soberania


Ainda segundo López, o país também está preparado “para enfrentar qualquer agressão no campo da luta armada e desarmada para salvaguardar os interesses que estão consagrados na Constituição e tem legislação suficiente e base jurídica para construir o nosso próprio modelo de defesa global do país “.


O ministro da Defesa expressou sua confiança de que este órgão nacional recém-instalado, têm as bases e os instrumentos legais para garantir a soberania nacional da Venezuela, enquanto expressa a sua gratidão a aliados que mostram sua amizade participar das manobras militares.


— As nações também são vítimas do mesmo inimigo — ressaltou.


Ele ressaltou que este órgão executivo “usa todo o potencial nacional, torna o poder nacional colocá-lo a serviço da luta armada”.


Correio do Brasil

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