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Vina Guerrero, militante do PDT perseguido por Moro, é pré-candidato em SP; Ciro apoia iniciativa

Vina Guerrero, militante trabalhista do movimento comunitário do PDT-SP, que foi perseguido pelo Ministro Sérgio Moro, sai como pré-candidato a vereador de São Paulo.


Ciro Gomes, em seu perfil pessoal, já deu apoio informal a ideia da candidatura.

Há algum tempo, um militante do PDT que atua no movimento comunitário da capital de São Paulo, gravou um vídeo para seu canal de youtube, onde demonstrava bastante indignação com declarações e posturas de Jair Bolsonaro e seus filhos.


Devido a exaltação das palavras e a repercussão do vídeo, o ex-juiz, então Ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, abriu um inquérito por meio da Polícia Federal contra o militante Vina Guerrero, a fim de enquadrá-lo como terrorista e reativar leis da Ditadura Militar, como a LSN (Lei de Segurança Nacional).


Vina Guerrero há tempos já tinha um canal no youtube onde emite suas opiniões e divulga a tradição política trabalhista, e alegou que naquele momento cometeu "um arroubo, um exagero” dado a situação de grande indignação mediante as atrocidades proferidas por Jair e seus familiares.


REPERCUSSÃO DO CASO DENTRO DO PDT. CIRO E A BASE DE TABATA AMARAL


Na época, os setores mais sociais-liberais do PDT de São Paulo, formado por pessoas que se organizam em torno da Tabata Amaral e figuras semelhantes, tentaram escantear Vina Guerrero, e deixa-lo vulnerável as ações criminosas de Sérgio Moro.


Todavia, tanto os setores mais aguerridos do PDT na região sudeste, quanto de outros estados do Brasil – se destacando Pernambuco, com os grupos do Via Trabalhista, do Movimento Nova Pátria, e entre outras figuras da política local, como Pedro Joseph, prestaram apoio ao militante, e fizeram pressão para que a direção de SP tomasse providências cabíveis para não desampará-lo juridicamente.


Além disso, o próprio presidenciável e figura pública do PDT, Ciro Gomes, se compadeceu da situação de perseguição que se criou contra Vina Guerrero, tomando parte pessoalmente para que os sociais-liberais do PDT-SP não entregassem o pedetista de mão beijada ao ministro Sérgio Moro.

Segundo informações do próprio Vina, do qual entramos em contato, a situação se contornou, e em detrimento da vontade do próprio Sério Moro, que desejava torna-lo um bode expiatório para fazer avançar sua agenda de endurecimento das instituições jurídicas, a própria família Bolsonaro não alavancou o inquérito, estando o mesmo em processo de arquivamento.


A CANDIDATURA DE VINA GUERRERO


Com o apoio entusiasmado da ala nacionalista do PDT de São Paulo e de outros estados, Vina se lançou a ser pré-candidato a vereador da cidade de São Paulo, a fim de emplacar sua candidatura como um ponto de resistência contra as alas liberalizantes e sociais-liberais que se infiltraram no partido – em vários estados do Brasil, mas em São Paulo com maior ênfase devido ao fator Tabata Amaral.


Esta inicativa se assemelha a da candidatura de Cibele Laura, também companheira partidária de Vina Guerrero, e outra militante nacionalista do PDT em São Paulo, que conta com o apoio decisivo de importantes movimentos como a Frente Nacional Trabalhista (FNT).


Há também uma campanha de assinatura no Avaaz em apoio à candidatura de Vina, que pode ser acessada no link a seguir: https://secure.avaaz.org/po/community_petitions/politicos_militantes_eleitores_e_afins__apoio_a_candidatura_do_camarada_vina_guerrero_/


O próprio presidenciável Ciro Gomes, em seu perfil pessoal do facebook, declarou apoio a ideia do mesmo se candidatar, bem como divulgou a campanha de assinaturas.

A iniciativa pode não agradar as alas "tabatistas" que ainda permanecem, parcialmente, no PDT de São Paulo, mas representam um "retorno" mais forte a tradição trabalhista de Leonel Brizola e Getúlio Vargas, em detrimento das think tanks de "renovação política" como o Movimento Eu Acredito, o que para o campo anti-imperialista e nacionalista brasileiro é importantíssimo.


Matéria de Bruno Torres


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