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) Crítica ao artigo de um anônimo prussiano sobre o pauperismo &
2) O proletariado alemão como o “cérebro filosófico” do proletariado europeu.

 

Em junho de 1844 estourou, na província alemã de Silésia, uma revolta de operários tecelões – proletários que estavam submetidos a cruéis condições de trabalho, e à um grande estado de pauperismo (miséria).

 

Um prussiano anônimo, na época, escreve um artigo sobre esta revolta, abordando que os proletários revoltosos de Silésia possuíam uma concepção limitada e “não universal” do problema da miséria social, bem como alego que este problema poderia ser resolvido com uma “Reforma Social” que torne o Estado alemão, um Estado “acabado” e emancipado.

 

Marx, então, publica um texto em resposta ao “prussiano”, em agosto de 1844, mostrando os equívocos desta análise do prussiano “anônimo”.

 

O proletariado não só via o problema de forma universal, como também se revoltava de forma concreta sobre este problema. O proletariado não se limitou a demonstrar sua insatisfação por questões “pontuais ou locais”: eles queimaram livros de comércio, contabilidade e títulos de propriedade!

 

Foi publicado pelo Edições VÀE em 2017. Em sua versão impressa ele possui 56 páginas, com capa P&B, e é de tipo brochura.

Marx: Glosas Críticas Marginais (1844)

REF: ME4
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